Estudar Fora Ainda é um Bom Negócio

Estudar fora está nos planos de muitos jovens, seja após a conclusão do ensino médio, durante a universidade, ou, até mesmo, após a conclusão do ensino superior (seja para fazer uma pós graduação, mestrado ou doutorado).

Esse é um ótimo investimento que a pessoa faz para o seu crescimento profissional e para sua vida pessoal, afinal, além de aquirir conhecimentos de uma nova cultura que vão agregar àquilo que já existe de conhecimento, o estudante quando está fora do seu país de origem - e muitas vezes sozinho - adquire uma experiência de vida que ele levará para sempre.

E mesmo com desvalorização do Real - sugiro que você acompanhe a Cotação do Dolar no Enfisa (site especializado em cotações), o número de alunos no exterior cresce a cada ano. Com um pouco de organização e algumas atitudes mais econômicas durante o período fora, é possível realizar esse sonho mesmo durante a crise.

Números de Brasileiros Estudando no Exterior

Como já dissemos acima, nada está impedindo o sonho de conhecer novas culturas e adquirir conhecimento em universidades, escolas e cursos do exterior. E os números divulgados recentemente pelo governo reforçam essa tese.

O número de brasileiros que estudam no exterior cresceu cerca de 500% nos últimos 10 anos. É um número que chega até espantar. São mais de 200 mil alunos espalhados pelo mundo e se preparando para voltarem com um nível acima de conhecimento.

Até os mais pessimistas, que gostam de acompanhar sites como o Enfisa com Cotação das Moedas se espantam ao ver que é possível, mesmo na crise, buscar uma melhor formação - mesmo que, para isso, seja necessário um investimento pessoal alto.

Ciências Sem Fronteiras


Nosso Governo atual está longe (muito longo) de ser uma maravilha, porém, graças a esse programa que o número de alunos estudando fora pode aumentar dessa forma. O Ciências Sem Fronteiras está ativo desde 2011 e já enviou alunos para os Estados Unidos, Canadá, Austrália, entre outros países famosos por receberem estudantes do mundo inteiro.

Para participar, o aluno deve estar matriculado em uma instituição de ensino parceira do programa. O governo divulga as bolsas disponíveis no site oficial do programa (http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/) e o candidato deve estar apto de acordo com todas as regras do programa.

Com tantas vantagens, é questão de organização para poder estudar fora:

  • Acompanhe a Cotação do Dolar (enfisa.com.br)
  • Fique atento ao site Oficial do Ciências Sem Fronteiras
  • Pergunte em sua Universidade os Convênios que ela possui com instituições internacionais
  • Esteja com o Inglês na Ponta da Língua.

Bom Sorte!
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